CARTA DA SOBEET

Publicação bimestral. Estudos aprofundados de temas referentes à globalização e ao acompanhamento do balanço de pagamentos e dos fluxos internacionais de capitais nas suas diferentes modalidades, recebida por leitores no Brasil e no exterior.

ANO XII n° 55 – 2010

POLÍTICA FISCAL LIMITA CRESCIMENTO

A política fiscal no Brasil não é mais um gatilho para a ruptura econômica, como ocorreu no passado recente e como ocorre atualmente em outras economias. A novidade é que a política fiscal se transformou em uma discussão sobre crescimento: ao contrário do que sugere o senso-comum, uma política fiscal responsável pode sutentar taxas mais elevadas do PIB. Receber por e-mail

ANO XII n° 54 – 2010

A INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS CHINESAS

Nas últimas três décadas, a economia chinesa tem alcançado altas taxas de crescimento que respondeu a um conjunto de reformas econômicas realizadas pelo país, desde 1978. Nessas reformas, as políticas para o setor externo foram alteradas de modo a permitir que as exportações e os investimentos estrangeiros recebidos contribuíssem para o crescimento da renda, desenvolvimento tecnológico, entre outros aspectos. Nos últimos tempos, todavia, outra mudança no setor externo que tem desempenhado um papel importante para o desenvolvimento econômico e a inserção geopolítica chinesa foi a internacionalização das suas empresas. Receber por e-mail

ANO XI n° 53 – 2009

TAXA DE CÂMBIO: VOLATILIDADE ELEVADA FAVORECE NOVO EQUILÍBRIO NO CURTO PRAZO

Os países mais industrializados apresentam volatilidade de suas paridades cambiais frente ao dólar inferiores à de países emergentes, como seria de se esperar. Por outro lado, supondo tais paridades cambiais inicialmente em posição de equilíbrio, após a ocorrência de um choque não antecipado, a convergência para uma nova posição de equilíbrio será mais rápida no caso de taxas de países emergentes do que no caso de países desenvolvidos. Um outro aspecto em relação às paridades cambiais analisadas refere-se ao fato de que os países emergentes apresentaram maiores coeficientes de assimetria do que os países desenvolvidos diante de choques positivos e negativos. Observa-se que a taxa de câmbio no Brasil é aquela que apresenta maior diferença entre os valores absolutos dos coe icientes estimados de assimetria para boas e más noticiais. Receber por e-mail

ANO XI n° 52 – 2009

O INTERVENCIONISMO NA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

O novo modelo de relações externas seguido no Brasil é o de uma liderança hegemônica, unilateral, principista e sem concessões. A primeira parte do artigo descreve como esse modelo prevaleceu em crises precedentes na América do Sul. A segunda parte mostra como evoluiu a questão da intervenção em assuntos de terceiros países e como ela se situa dentro da diplomacia do presidente Lula. Conclui que, caso essa política não seja revertida, haveria riscos de enveredar o país na trilha de um isolamento diplomático análogo ao ocorrido ao longo dos anos 70 e início dos anos 80. Receber por e-mail

ANO XI n° 51 – 2009

A INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS ESPANHOLAS

Este estudo resulta de um convênio de cooperação entre a Coordenação de Estudos das Relações Internacionais e do Desenvolvimento do IPEA (CERID/DICOD/IPEA) e a SOBEET. Seu objetivo é apresentar as principais políticas públicas praticadas em processos de internacionalização de empresas de sucesso, neste caso na Espanha. Com este propósito, são descritos os principais instrumentos utilizados, sejam eles financeiros, de segurança, informativos ou institucionais, entre outros aspectos do processo de internacionalização observado na Espanha. Receber por e-mail

ANO XI n° 50 – 2009

PRESSÃO COMPETITIVA AUMENTA SOBRE EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS

Esse estudo visa identificar como pressões competitivas afetam o desempenho setorial. Resultados estimados iniciais indicam profundas transformações no ambiente de mercado enfrentado pelas empresas que atuam no Brasil. Por essa razão, o presente estudo analisou variáveis, tais como o número de empresas, a concorrência das importações e o número de empresas sobre o valor produzido, o volume de exportações e as margens de lucro. Os conjuntos de dados abrangem números absolutos da indústria, divididos em 30 setores, entre 1996 e 2004. Estimamos a relação entre pressões competitivas setoriais e exportações setoriais. O estudo identificou efeito positivo de ambos os representantes sobre as exportações. Receber por e-mail

ANO XI n° 49 – 2009

A INTERNACIONALIZAÇÃO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE SOFTWARE

A internacionalização da economia brasileira e de suas empresas é um processo que vem se intensificando a partir da implantação bem sucedida do Plano Real. Neste contexto, as empresas nacionais produtoras de software, apesar de serem entrantes tardias na cena internacional, têm ganhado velocidade nos processos de conquista de novos mercados e de criação de uma imagem de produtor de tecnologia para o Brasil. Este trabalho busca através do estudo de casos de sucesso de algumas das mais importantes empresas brasileiras de software compreender seus processos de internacionalização e os desafios encontrados em suas trajetórias rumo ao mercado global. Receber por e-mail

ANO XI n° 48 – 2009

REAL FORTE

Assim como nos choques cambiais de 1999 e 2002, a forte depreciação de 2008 deverá ser seguida por uma trajetória de apreciação. Contribui para isto não apenas a regularização das condições de liquidez internacional, como também os bons fundamentos e a atratividade da economia brasileira. Receber por e-mail

ANO X n° 47 – 2009

INVESTIMENTOS DIRETOS EM INFRA-ESTRUTURA SÃO IMPORTANTES NAS DUAS DIREÇÕES

É de suma importância, para o Brasil, a revitalização dos investimentos diretos na área de infra-estrutura, nas duas direções. A crescente internacionalização desta área, tanto pelo aporte de capitais e de know-how estrangeiro, quanto pela maior presença brasileira nos mercados internacionais de infra-estrutura, tende a trazer benefícios de longo prazo para a economia brasileira. Há espaço para uma maior contribuição do capital estrangeiro ao desenvolvimento da nossa infra- estrutura, bem como para a internacionalização de empresas brasileiras. Receber por e-mail

Ano X – nº 46 – 2008

EMPRESAS TRANSNACIONAIS BRASILEIRAS - RESULTADOS DA PESQUISA

A internacionalização de empresas brasileiras constitui fenômeno amplo e disseminado, com diferentes motivações, trajetórias, formas e obstáculos. Este levantamento de empresas brasileiras internacionalizadas, entre as 887 existentes, busca contribuir não apenas para a identificação de oportunidades e superação de dificuldades empresariais. Busca também contribuir para a compreensão deste fenômeno e definição de estratégias nacionais. Receber por e-mail

Ano X – nº 45 – 2008

GOVERNANÇA CORPORATIVA: PADRÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS FAVORECE INTERNACIONALIZAÇÃO

Altos níveis de concentração acionária, a existência de empresas familiares e a diversificação de produtos e serviços ainda diferenciam o sistema do Brasil do sistema americano de governança corporativa. Mas isso não constrange o crescimento de empresas brasileiras. Pelo contrário. Em certas ocasiões esta divergência pode ser benéfica para as empresas brasileiras. Receber por e-mail

Ano X – nº 44 – 2008

CAMINHOS POS-DOHA: NOVOS E VELHOS PARADIGMAS SOB ANÁLISE

As negociações multilaterais de comércio sempre foram prioridade para o Governo Lula. Por isto, o Brasil liderou a criação do G20, grupo de países emergentes e não desenvolvidos interessados em reduzir os subsídios a produtos agrícolas e o protecionismo dos países ricos. Caso essa estratégia fosse vitoriosa, a economia brasileira, com seu amplo potencial agrícola, poderia ser largamente beneficiada. Diante desta hipótese, o Governo Lula concentrou seus esforços na Rodada de Doha, em detrimento das negociações bilaterais. Não por acaso, portanto, que o país assumiu papel de liderança nas discussões dentro da OMC, apesar de sua reduzida participação nas exportações mundiais, de apenas 1,18%. Receber por e-mail

Ano X – nº 43 – 2008

CICLO DE ALTA DE PREÇOS DE COMMODITIES IMPÕE DESAFIOS À ECONOMIA BRASILEIRA

O ciclo de alta dos preços das commodities, iniciada em 2002, vem surpreendendo por sua intensidade e longevidade. O seu diagnóstico aponta para diferentes causas que não se limitam ao aumento da demanda das economias emergentes. Em relação aos efeitos deste ciclo para a economia brasileira, tampouco se pode apontar para um único fator. Por um lado, em termos de ingressos de IDE, os efeitos são positivos. De 2002 a 2007 a participação de fluxos de IDE voltados para a agropecuária e a indústria extrativa mineral aumentou de 0,7% para 9,5% em relação ao total de IDE recebido pelo Brasil nos mesmos períodos. Por outro lado, é na transmissão de preços externos para os internos que o atual ciclo apresenta efeitos mais evidentes. Verificamos que a transmissão das variações dos preços internacionais de alimentos, matérias-primas agrícolas e petróleo para os preços agrícolas no Brasil não se restringe ao curto prazo. Isto significa que os preços internos dos alimentos deverão continuar refletindo a alta corrente de preços internacionais. Receber por e-mail

Ano X – nº 42 – 2008

REMESSAS DE LUCROS E DIVIDENDOS DAS EMPRESAS REFLETEM PADRÃO INTERNACIONAL

Enquanto a economia brasileira mostrar-se aos olhos dos capitais produtivos transnacionais como um lócus do qual tais capitais não podem prescindir de se manterem presentes, os fluxos de remessas brutas de rendas relativas ao IDE manterão sua tendência geral de crescimento. Na medida em que os ingressos de IDE forem mantidos, tais afluxos estarão traduzindo a existência de ativos estratégicos ao capital produtivo transnacional. Os fluxos de remessas líquidas de lucros e dividendos de IDE segundo sua distribuição setorial e segundo países de destino das remessas de rendas de IDE quando relacionadas aos valores dos estoques de IDE mostraram grande variedade de taxas de remuneração. A seleção de países latino-americanos e de dois países asiáticos indicou que as taxas de remuneração global dos estoques de IDE nesses países mostraram-se ascendentes entre 2000 e 2006. A taxa de remuneração geral dos estoques de capital na economia brasileira mostra-se alinhada com as taxas observadas na amostra de países. Por fim, o exercício econométrico apresentado indica que, em termos prospectivos, as remessas de rendas de IDE podem se elevar em 35% chegando a US$ 24 bilhões em 2008. Receber por e-mail

Ano IX – nº 41 – 2008

A PRESENÇA ESTRANGEIRA NO MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO

Os últimos anos têm testemunhado um notável ganho de dinamismo nos mercados de capitais brasileiros. Em movimento simultâneo com uma melhora substantiva dos fundamentos macroeconômicos e uma forte apreciação cambial, estes mercados vêm acolhendo um montante cada vez maior de capitais externos.

A presença estrangeira nos mercados de capitais brasileiros é aqui qualificada e descrita, e sua importância, notadamente nas aberturas de capital mais recentes, pode ser vista como resultado de um movimento de maior fôlego iniciado com a abertura da economia, e solidificado com a prosperidade da economia mundial e a consolidação da estabilidade.

Os indicadores da participação estrangeira mostram seu forte crescimento, tanto em fusões e aquisições de empresas domésticas como através da aquisição de ações em mercado aberto. Nas ofertas públicas de capital em mercado aberto, por exemplo, mais de 70% do volume total negociado ficou com investidores estrangeiros. Receber por e-mail

Ano IX – nº 40 – 2007

PASSIVO EXTERNO BRASILEIRO: INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E CICLOS DE EXPANSÃO E CONTRAÇÃO INTERNACIONAL

Nos últimos anos, a melhora nas contas externas brasileiras vem orquestrando um processo de expressiva acumulação de reservas, junto com uma importante reestruturação do passivo externo. Entre 2003 e março de 2007, nosso passivo externo bruto cresceu 81%, impulsionado pela elevação dos fluxos de IDE, mas também como resultado de operações de portfólio, particularmente investimentos de renda variável. Estes movimentos confirmam que a economia brasileira vem se internacionalizando de forma acentuada, com inegável redução da vulnerabilidade externa. Quando o grau de investimento chegar, é muito provável que a entrada de recursos externos se intensifique ainda mais, com os efeitos esperados sobre a taxa de câmbio nominal. Receber por e-mail

Ano IX – nº 39 – 2007

IMPORTAÇÕES E PRODUÇÃO DOMÉSTICA: CONCORRENTES NÃO, COMPLEMENTARES SIM

O debate acerca de suposta desindustrialização da economia brasileira resultante da substituição da produção doméstica nacional por bens importados, apesar de intenso, continua controverso e inconcluso. Com o objetivo de dar sua contribuição a essa discussão, a SOBEET procurou tratar o assunto de forma científica e desapaixonada. A partir de exercícios de séries temporais concluímos (1) que importações não concorrem com a produção doméstica em nenhuma categoria de uso, (2) que, para bens de consumo, importações e produção doméstica são complementares e (3) que para bens intermediários e de capital não há causalidade nem correlação de longo prazo entre importação e produção doméstica, o que reflete as diferenciações entre ambas. Os resultados mostram que há causalidade das importações sobre a produção doméstica, somente. Receber por e-mail

Ano IX – nº 38 – 2007

MELHORA NOS INDICADORES DE SOLVÊNCIA INTERNA E EXTERNA E MENOR AVERSÃO AO RISCO EXPLICAM A VALORIZAÇÃO DO REAL

Desde outubro de 2002, a taxa nominal de câmbio brasileira vem se valorizando. Em fins de maio de 2007, a paridade com o dólar era a menor desde novembro de 2000. Dessa forma, instalou-se um debate sobre as causas e as eventuais medidas de política econômica a serem ou não adotadas para reverter a valorização do câmbio nominal. Esta trigésima oitava Carta da SOBEET busca contribuir para o debate indicando que a valorização do câmbio nominal traduz, dado o volume de liquidez internacional e o nível de aversão ao risco, uma melhora percebida como duradoura dos indicadores de solvência interna e externa da economia brasileira. De maneira mais precisa, identificou-se que o valor corrente da taxa nominal de câmbio é, em grande medida, determinado pelo nível contemporâneo do prêmio de risco sobre títulos de dívida externa soberana os quais, por sua vez, respondem de maneira muitíssimo precisa a indicadores de solvência do setor público e do setor externo. Receber por e-mail

Ano IX – nº 37 – 2007

O QUE MUDOU EM DEZ ANOS? PANORAMA DA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA

Oito anos após a mudança de regime cambial, cinco depois das turbulências de 2002, o país está em meio a uma sucessão de boas notícias sobre suas contas externas e a um intenso movimento de apreciação cambial. A SOBEET estima ser uma hora apropriada para um balanço do comportamento do comércio exterior. E verificar as eventuais transformações estruturais na pauta de comércio. Receber por e-mail

Ano VIII – nº 36 – 2007

INVESTMENT GRADE, AS EMPRESAS SAEM NA FRENTE DO BRASIL

O Brasil ainda não conseguiu atingir a classificação de grau de investimento. Mas algumas empresas brasileiras já a obtiveram. Além da vantagem em termos da ampliação da oferta e do custo dos recursos disponíveis para emissores brasileiros no mercado internacional, são inegáveis os ganhos em termos de credibilidade e da reputação internacional do país. Receber por e-mail

Ano VIII – nº 35 – 2006

O ESTOQUE DE INVESTIMENTO ESTRANGEIRO NO BRASIL

O contínuo influxo de novos recursos elevou o estoque de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil de US$ 103 bilhões em 2000 para US$ 175 bilhões em 2005. Os Estados Unidos figuram no topo da lista de países de onde veio investimento estrangeiro direto para o Brasil nos últimos dez anos. A segunda posição é ocupada pelos Países Baixos e a terceira pela Espanha, seguida pela França e pelas Ilhas Cayman. Os investimentos originários de paraísos fiscais se elevaram razoavelmente após o ano de 2000. Em 1995 o estoque de IED desses países equivalia a aproximadamente 12% do estoque total e, a partir de 2000, essa proporção subiu e se manteve entre 16% e 18%. Condições tributárias mais favoráveis podem estar contribuindo para a internacionalização de empresas via paraísos fiscais em direção ao Brasil. Entre os anos de 1995 e 2000, vimos a maior parte dos investimentos estrangeiros diretos se deslocar da indústria para a atividade de serviços. A participação dos investimentos em atividades industriais caiu de 67% para 34%, enquanto a dos serviços subiu de 31% para 64%. Por certo, a expressiva participação de estrangeiros no processo de privatização de grandes bancos, empresas de telecomunicações e de energia elétrica – para citar alguns setores – explicou a maior parte deste movimento. Com a redução das privatizações, a participação do setor de serviços recuou de 64% em 2000 para 58% em 2005. Nos setores da agricultura, pecuária e extração mineral, se destacaram os investimentos estrangeiros na extração de petróleo, com participação superior a 50% do total desses três setores. Na indústria de transformação, o interesse dos investidores estrangeiros foram maiores nas indústrias química, automobilística, alimentícia e de bebidas. No setor de serviços, observamos maior concentração dos investimentos estrangeiros diretos nas atividades de correios e telecomunicações. Receber por e-mail

Ano VIII – nº 34 – 2005

OS DETERMINANTES DO INVESTIMENTO DIRETO ESTRANGEIRO

Esta trigésima quarta Carta da SOBEET apresenta um levantamento bibliográfico sobre os determinantes do Investimento Direto Estrangeiro (IDE). As hipóteses mais promissoras para a compreensão dos fluxos de IDE para o Brasil relacionam-se ao diferencial de rentabilidade dos investimentos; acesso a matérias primas e à possibilidade de as Empresas Transnacionais (ETN’s) deterem ativos específicos como produtos diferenciados e mão-de-obra especializada. A posse desses ativos coloca a ETN em posição de concorrer com as firmas locais. Hipóteses igualmente plausíveis advém do paradigma OLI de Dunning, segundo o qual o investimento na produção é também determinado por vantagens associadas ao local da instalação do empreendimento ("vantagens locacionais"), ex: tamanho do mercado, existência de matérias primas ou de ativos estratégicos (ex: empresas a serem adquiridas). Receber por e-mail

Ano VIII – nº 33 – 2005

FLUXOS MUNDIAIS DE IDE = 2004

Em 2004, pela primeira vez desde 2001, os fluxos mundiais de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) aumentaram, de US$580 bilhões em 2003 para US$ 612 bilhões. Para 2005, estima-se que os fluxos mundiais voltem a subir, chegando a US$ 673 bilhões. Pode-se atribuir a retomada do IDE ao crescimento econômico mundial e à evolução positiva do mercado de capitais internacionais. A expansão do produto mundial foi da ordem de 5,1% em 2004, a maior dos últimos 20 anos. A recuperação dos fluxos mundiais de IDE foi, contudo, desigual segundo sua distribuição geográfica. Os países desenvolvidos amargaram, pelo terceiro ano seguido, queda nos ingressos de IDE. Os países em desenvolvimento, ao contrário, receberam 44,3% mais IDE em 2004, elevando sua participação nos fluxos mundiais para 47,4%, a maior proporção em termos históricos. Os fluxos de IDE para os países em desenvolvimento concentram-se em duas regiões: Ásia & Pacífico e América Latina & Caribe. O desempenho de ambas as regiões em 2004 foi francamente favorável: os fluxos para a Ásia mostraram aumento de 55% de 2003 para 2004, chegando a US$ 166 bilhões. Pela primeira vez desde 1999, os fluxos para a América Latina e Caribe apresentaram crescimento, passando de US$ 54 bilhões para US$ 69 bilhões. Em 2004, Brasil. Chile e México concentraram ¾ dos fluxos de IDE para a América Latina. Receber por e-mail

Ano VIII – nº 32 – 2005

AS FONTES DO CRESCIMENTO EM 2004

Em 2004, a economia brasileira mostrou a maior taxa de crescimento do produto em 10 anos. A produção industrial teve o maior crescimento desde o Plano Cruzado em 1986. As exportações tiveram a maior expansão em um quarto de século e a taxa real de juros média foi a menor em muitos anos. A composição da demanda agregada em 2004 permite identificar que o crescimento esteve centrado na expansão dos gastos em investimento (máquinas, equipamentos e a recuperação da construção civil) e no dinamismo das exportações. Esta trigésima segunda Carta da SOBEET avalia os elementos explicativos da trajetória do investimento, do consumo privado e das exportações em 2004. Receber por e-mail

Ano VIII – nº 31 – 2005

FLUXOS DE CAPITAIS PARA O BRASIL - 2004

A conta capital e financeira do Balanço de Pagamentos apresentou o pior resultado desde pelo menos 1995, com déficit de US$ 7,3 bilhões. Em 2003 o saldo havia sido positivo em US$ 5,1 bilhões. A reversão do resultado está associada ao resgate de obrigações emitidas nos mercados internacionais de capitais pelo setor privado brasileiro e pelo saldo negativo das operações de regularização do FMi. O resgate de papeis privados deu-se principalmente em títulos de renda fixa negociados no exterior, em especial bônus de médio e longo prazo. No que diz respeito as operações de regularização relativas ao acordo com o Fundo, o saldo passa de um superávit de US$ 4,8 bilhões em 2003, fruto de amortizações de US$ 12,8 bilhões ante desembolsos de US$ 17,6 bilhões para um déficit de US$ 4,4 bilhões em 2004 relativos a amortizações uma vez que o país não efetuou resgates junto ao Fundo. Receber por e-mail

Ano VII – nº 30 – 2004

INDICADORES DE VULNERABILIDADE EXTERNA

A conta corrente do Balanço de Pagamentos registrou, em junho, superávit recorde de de US$ 2 bilhões, chegando a US$ 7,9 bilhões de superávit no acumulado em 12 meses. O Investimento Direto Estrangeiro se recuperou dos resultados ruins de abril e maio, marcando ingresso de US$ 737 milhões em junho. Todavia, o ajuste das contas externas merece maior atenção a partir da análise de outros indicadores. Este é o propósito dessa trigésima Carta da SOBEET. Em primeiro lugar, os termos de troca da economia brasileira ainda são desfavoráveis. Em segundo lugar, as vultosas amortizações da Dívida Externa constituem significativa restrição à gestão das contas externas. Em terceiro lugar, o estoque de reservas internacionais, mesmo no conceito que inclui os desembolsos do FMI, está em um nível muito baixo, representando apenas 9 meses de importações. Receber por e-mail

Ano VI – nº 29 – 2004

INVESTIMENTO DIRETO BRASILEIRO NO EXTERIOR

Pode se avaliar o sentido da internacionalização produtiva ocorrida na última década por meio desses dois conceitos (estoques de investimento direto estrangeiro realizado e recebido). Países que acumulam ativos produtivos em outras economias procederam à internacionalização de suas empresas ao passo que países que receberam tais capitais ingressaram no processo de internacionalização da produção promovendo a desnacionalização de sua matriz produtiva, o que encerra riscos e oportunidades. O tema dessa vigésima nona Carta da SOBEET é justamente verificar até que ponto o Brasil que sabidamente vem sendo um dos principais destinos do Investimento Direto Estrangeiro, promoveu a internacionalização de suas empresas por meio da análise do Investimento Direto Brasileiro no Exterior. Receber por e-mail

Ano VI – nº 28 – 2003

DÍVIDA EXTERNA: PERSPECTIVA HISTÓRICA E EVOLUÇÃO RECENTE (1999-2003)

Desde a Independência, o Brasil acumula passivos junto ao sistema financeiro internacional. No princípio, tais recursos eram necessários para o financiamento do Império. Após a crise de 1929, contudo, o país se viu afastado das linhas internacionais de crédito, envidando esforços bem sucedidos na industrialização. A retomada de captações externas, e a conseqüente expansão do estoque da Dívida Externa, viria a se dar novamente apenas em meados dos anos 60. O ciclo de endividamento em moeda forte manter-se-ia até a eclosão da Crise da Dívida em 1982, fruto da elevação das taxas de juros norte-americanas em 1979 e da moratória mexicana. Apenas uma década depois o Brasil voltaria a ingressar nos fluxos de capitais internacionais, agora exponenciados pela desregulamentação dos sistemas financeiros. É nesse contexto que o Plano Real, durante a vigência da subordinação da política cambial ao objetivo da estabilização monetária, expandiria fortemente o estoque de Dívida Externa, em especial da Dívida privada. Com a mudança da política cambial e a conseqüente reversão na conta corrente do Balanço de Pagamentos, o estoque da Dívida Externa estabilizou-se, ainda que em níveis elevados vis-à-vis outros países em desenvolvimento. Receber por e-mail

Ano VI – nº 27 – 2003

EVOLUÇÃO RECENTE DO COMÉRCIO INTERNACIONAL

Os fluxos internacionais de comércio, após um episódio de contração em 2001, recupererem-se em 2002, apresentando crescimento de 4% em termos nominais e de 2,5% em volume. O dinamismo dessa retomada esteve pautado na evolução do comércio exterior chinês. As estimativas da SOBEET para 2003 indicam que o comércio internacional pode crescer 10% em termos nominais. Dado o desempenho das exportações brasileiras em 2003 e as estimativas para 2004, a participação do Brasil nas exportações mundiais pode c hegar a 1,1% em 2003 e 2004, alcançando 1,2% em 2005 ante os 0,9% de 2002. O país com maior dinamismo no comércio internacional em 2002 foi a China, que provavelmente manter-se-á como o país com as maiores taxas de crescimento das exportações e importações. Esta vigésima sétima Carta da SOBEET apresenta uma análise dos fluxos mundiais de comércio no período recente segundo regiões geográficas e produtos identificando as matrizes do comércio exterior de cada região segundo produtos e países de destino e origem. Receber por e-mail

Ano VI – nº 26 – 2003

BALANÇA COMERCIAL, INVESTIMENTO DIRETO ESTRANGEIRO E CONTEXTO MACROECONÔMICO

Os vultosos superávits comerciais verificados ao longo do primeiro semestre de 2003 derivam da expansão das quantidades embarcadas de produtos primários, do baixo dinamismo da atividade doméstica e da desvalorização cambial de 2002. Em grande medida, a redução da captação de poupança externa resulta dos saldos positivos da balança comercial, o que coloca no centro do debate, a discussão sobre o nível adequado da taxa de câmbio para a manutenção de tais superávits. Nesta vigésima sexta Carta da SOBEET, buscamos articular o atual contexto macroeconômico do Brasil com o desempenho da balança comercial e os possíveis estímulos que a presença de empresas de capital estrangeiro no país poderiam dar a uma melhor inserção do Brasil nos fluxos comerciais internacionais. Para tanto, apresentamos o debate sobre as estratégias para a inserção do Brasil no comércio internacional. Seguimosavaliando os elementos macroeconômicos conjunturais que condicionam a evolução da balança comercial, para finalizarmos com as articulações entre a distribuição setorial dos fluxos de Investimentos Diretos Estrangeiros (IDE) e o desempenho comercial brasileiro. Receber por e-mail

Ano V – nº 25 – 2003

FLUXOS RECENTES DE CAPITAIS FINANCEIROS E CRÉDITO INTERNACIONAL PARA O BRASIL 2002-2003

Ao longo de 2002, os fluxos voluntários de capitais para o Brasil mostraram expressiva retração em virtude das incertezas associadas à plataforma econômica do candidato de oposição e da elevação da aversão ao risco verificada nos mercados de capitais e mobiliários internacionais. Assim, os fluxos líquidos de capitais para o Brasil, excluindo-se os ingressos líquidos das operações de regularização, foram apenas US$ 600 milhões em 2002. Os ingressos líquidos relativos aos acordos com o FMI montaram a US$ 11,5 bilhões em 2002, resultando no saldo de US$ 12bilhões na conta capital e financeira.Esses valores expressam a contrapartida da forte redução do déficit em conta corrente bem como a desvalorização de cerca de 50% do câmbio nominal em 2002. Desde outubro de 2002, e mais intensamente a partir de fevereiro de 2003, verificou-se significativa descompressão cambial na esteira da redução dos spreads pagos pelos títulos da dívida externa brasileira sobre os títulos do tesouro norte-americano. Esse ajuste do câmbio nominal traduz a incipiente retomada das captações externas brasileiras, fortemente concentradas em recursos de curto prazo conforme indica essa Carta. Receber por e-mail

Ano V – nº 24 – 2003

NOVAS EVIDÊNCIAS SOBRE O IDE NO BRASIL

A divulgação, em meados de 2002, do segundo Censo de Capitais Estrangeiros pelo Banco Central representa a oportunidade de se avaliar a trajetória do capital estrangeiro no Brasil ao longo de segunda metade da década de noventa. Isso porque, por identidade de critério e de método, é possível se efetuar comparações entre os resultados desse último Censo, ano base 2000, com o Censo divulgado em 1998 com ano base 1995. Esta vigésima quarta Carta da SOBEET apresenta um estudo comparativo entre os resultados dos dois censos, oferecendo um importante diagnóstico a cerca da presença do capital estrangeiro na economia brasileira. Para tanto, abordamos as distribuições dos estoques de Investimento Direto Estrangeiro de 1995 e de 2000 segundo os países de origem dos recursos e os setores de atividades para os quais esses recursos se direcionaram. Apresentamos indicadores contábeis segundo a participação de estrangeiros na propriedade do capital social das empresas e segundo os setores de atividade econômica. Tais indicadores abordam a evolução da produtividade do capital, do trabalho, da relação capital trabalho e da rentabilidade do patrimônio líquido entre 1995 e 2000. Os fluxos comerciais das empresas com participação estrangeira no capital são avaliados ao final da Carta. Especial 24 ESTRATÉGIAS DE COMPETITIVIDADE A melhora da inserção da economia brasileira na economia mundial só pode repousar em contínuos ganhos de competitividade. Esse processo, portanto, passa pela adoção de uma nova agenda voltada à promoção de ganhos de competitividade que frutifiquem em elevações permanentes da renda per capita e na superação da diferença entre o Brasil e os países desenvolvidos. Para contribuir com o debate, o embaixador do Brasil em Washington, Rubens A. Barbosa, nos apresenta um decálogo da competitividade apoiado em rigoroso e bem estruturado diagnóstico das restrições e possibilidades presentes na economia brasileira. Receber por e-mail

Ano VI – nº 23 – 2002

FLUXOS DE INVESTIMENTO DIRETO ESTRANGEIRO E OPERAÇÕES DE FUSÕES E AQUISIÇÕES – PAÍSES DESENVOLVIDOS E EM DESENVOLVIMENTO 2000 - 2002

A vigésima terceira Carta da SOBEET avalia as diferenças dos fluxos de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento seja do ponto de vista dos valores, seja em relação à distribuição setorial do IDE ou ainda em relação ao papel das operações de Fusões e Aquisições (F&A). Além disso, a Carta traz em primeira mão dados para os fluxos de IDE para o primeiro semestre de 2002 relativos a alguns países selecionados bem como veicula a expectativa de fluxos totais mundiais de IDE para 2002 elaborada pela UNCTAD. Foi possível identificar expressivas quedas nos fluxos de IDE recebidos pelos EUA, Alemanha, Bélgica, EUA. França, Holanda e Reino Unido ao longo de 2002. Dados recentes para a Argentina, Brasil, Chile e México também esboçam forte queda nos fluxos de IDE para esses países. Ainda em relação à Argentina, Chile e México, a Carta apresenta a distribuição setorial dos fluxos de IDE bem como a nacionalidade do capital ingresso nesses países ao longo da segunda metade da década de noventa em relação aos dados para 2001. Especial 23 INVESTIMENTO DIRETO PORTUGUÊS NO BRASIL – CARACTERIZAÇÃO SETORIAL Ao longo da segunda metade da década de noventa, os países ibéricos direcionaram vultosos recursos para o Brasil sob a forma do Investimento Direto Estrangeiro (IDE). Os ativos produtivos portugueses no Brasil passaram de US$ 107 milhões em 1995 para US$ 4,5 bilhões em 2000. Tratava-se do quinto maior estoque de IDE no Brasil segundo o país de origem dos recursos. Neste período, 1995-2000, apenas a Espanha mostra uma taxa de crescimento dos seus estoques de IDE no Brasil superior à de Portugal. Parte significativa dos fluxos de IDE português para o Brasil esteve vinculada ao processo de privatizações. Todavia, a presença portuguesa também se faz sentir com força no segmento de comércio varejista e atacadista. Este Especial SOBEET busca documentar e avaliar os investimentos diretos portugueses no Brasil do ponto de vista de sua distribuição setorial. Busca também, cotejar a distribuição setorial do IDE português no Brasil com a distribuição do IDE português em outros países.Receber por e-mail

Ano VI – nº 22 – 2002

O BRASIL E OS FLUXOS COMERCIAIS DOS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO. UMA ANÁLISE A PARTIR DO TRADE AND DEVELOPMENT REPORT 2002

Esta vigésima segunda Carta da SOBEET avalia a inserção da economia brasileira nos fluxos internacionais de comércio. Para tanto, lança mão da caracterização da forma pela qual os países em desenvolvimento envolveram-se no comércio internacional nas duas últimas décadas. Tal caracterização foi elaborada pela UNCTAD no Trade and Development Report/2002 e é utilizada nessa Carta como unidade de medida para a avaliação, tanto da evolução, quanto da pauta de exportações brasileiras. O tema abordado reveste-se de importância na medida em que, na aurora do século XXI, o Brasil ainda se vê as voltas com o histórico constrangimento do Balanço de Pagamentos sobre a taxa de crescimento do produto. Especial 22 AS RESTRIÇÕES DE CAPITAIS ESTRANGEIROS AOS PAÍSES EMERGENTES NO LIMIAR DO SÉCULO XXI Os países em desenvolvimento, em especial a América Latina, devem redefinir a política de financiamento ao desenvolvimento, haja vista a falência da hipótese e/ou crença de que o sistema financeiro internacional estaria disposto a cobrir qualquer nível de déficit em conta corrente dos países emergentes. Nesse sentido, reveste-se de importância a consecução de políticas de aprofundamento do sistema financeiro doméstico de tal sorte a se prover a expansão do crédito de médio e longo prazo. Essa é uma das conclusões desse vigésimo segundo Especial SOBEET, que traz o texto elaborado por Marcos Antonio Macedo Cintra e por Maryse Farhi. Receber por e-mail

Ano VI – nº 21 – 2002

DÉFICIT EM CONTA CORRENTE DO BALANÇO DE PAGAMENTOS, INVESTIMENTO E POUPANÇA

A vigésima primeira Carta da SOBEET avalia as relações entre o déficit em conta corrente do Balanço de Pagamentos e os fluxos de investimento e poupança. A análise dessas relações possibilitou identificar que uma das contrapartidas do déficit em conta corrente é o déficit público, não por razões contábeis (a economia brasileira não operou em pleno emprego no período de análise), mas sim em virtude da prevalência de captações privadas no exterior concomitante a fluxos de poupança privada superiores aos fluxos de despesas com formação privada de capital.Essa circunstância indica que a poupança privada foi utilizada para financiar o setor público. Especial 21 Esclarecimentos Técnicos sobre os Fluxos Recentes de Investimento Direto Estrangeiro para o Brasil - Octavio de Barros e Fernando Honorato Barbosa.Receber por e-mail

Ano VI – nº 20 – 2001

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO EXTERNO EM 2002

Esta vigésima Carta da SOBEET apresenta uma estimativa das necessidades de financiamento externo da economia brasileira em 2002. Para tanto, avalia a evolução do Balanço de Pagamentos desde a maxidesvalorização de janeiro de 1999 mostrando o desempenho da conta corrente e da conta capital e financeira. Além disso, a Carta também apresenta estimativas dos impactos da desvalorização da taxa nominal de câmbio sobre os fluxos acumulados de Investimento Direto Estrangeiro. Por fim, a Carta veicula o cenário para 2002 elaborado pela SOBEET. Especial 20 A Dívida Externa Brasileira no Século Vinte: Risco Moral ou Socialização das Perdas? - Luiz M. Niemeyer Receber por e-mail

Ano III – nº 19 – 2001

WORLD INVESTMENT REPORT 2001

Na presente Carta avaliamos os dados veiculados pela UNCTAD em seu relatório anual, o World Investment Report 2001 (WIR/2001). Apresentamos a distribuição mundial dos fluxos de IDE segundo países desenvolvidos e países em desenvolvimento. Além da análise das informações relativas ao WIR/2001, a Carta apresenta uma resenha do estudo elaborado pelo Serviço de Assessoramento sobre Investimentos Estrangeiros a pedido do Ministério das Relações Exteriores e que aponta restrições de natureza não econômica sobre maiores fluxos de IDE relacionados à formação de uma plataforma exportadora na economia brasileira. Especial 19 ALCA: Os Desafios de Uma Integração Desigual - Antonio Prado A estratégia brasileira frente às negociações da ALCA - Sandra Polónia Rios Receber por e-mail

Ano III – nº 18 – 2001

EVOLUÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS FLUXOS DE INVESTIMENTO DIRETO ESTRANGEIRO PARA O BRASIL 1998-2000

Nessa décima oitava Carta da SOBEET avaliamos a distribuição dos fluxos de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) para a economia brasileira entre 1998 e 2000. Com base nessas informações procedemos à comparações entre o valor acumulado desses fluxos e o estoque de IDE em fins de 1995. A análise permitiu identificar tendências recentes relativas às orgens dos fluxos de IDE bem como suas predisposições setoriais. Foi possível localizar a prevalência do IDE espanhol no último período bem como a concentração dos fluxos no setor terciário da economia, em especial nas telecomunicações, na intermediação financeira e nos serviços prestados à empresas. Especial 18 As Perspectivas da Economia Internacional - Arno Meyer O Brasil e a Europa na América do Sul: visões e interesses comuns e divergentes - Christian Lohbauer Receber por e-mail

Ano III – nº 17 – Abril de 2001

Passivo Externo Brasileiro Desempenho do Balanço de Pagamentos no Brasil Avaliação do Comércio Externo Brasileiro no Período Recente Especial 17 - Uma Avaliação da Trajetória Recente das Necessidades de Financiamento da Economia Brasileira - Frederico Araujo Turolla Receber por e-mail

Ano III – nº 16 – Janeiro de 2001

Brasil e os Investimentos Diretos Estrangeiros no Mundo Especial 16 - Produtividade e Trabalho na Indústria Brasileira – Cláudio Salvador Dedecca

Ano III – nº 15 – Agosto de 2000

Investimentos Diretos dos Estados Unidos no Brasil Os Determinantes do Investimento Direto Estrangeiro e as Estratégias das Transnacionais: O Caso do Brasil Especial 15 - Ganhos de Produtividade na Economia Brasileira na Década de 90: Um Retrato de Corpo Inteiro – Regis Bonelli

Ano III – nº 14 – Abril de 2000

Ciclo Recente de Investimentos Diretos Estrangeiros no Brasil Especial 14 - O Comportamento Tecnológico das Empresas Transnacionais em Operação no Brasil – Virene Roxo Matesco Receber por e-mail

Ano III – nº 13 – Janeiro de 2000

Investimentos Diretos Estrangeiros Absorvidos e Realizados no Mundo Os Investimentos Diretos Estrangeiros nos Países em Desenvolvimento e no Brasil Especial 13 - A Indústria nos Anos 90: Fontes de Transformação e Questões de Política Industrial – Pedro da Motta Veiga Receber por e-mail

Ano II - nº 12 - Setembro de 1999

Desafio do Aumento das Exportações Brasileiras Comportamento das Remessas de Lucros e Dividendos Os Cenários Macroeconômicos para Outubro/1999 Especial 12 - Nota Sobre as Relações Intra-Setoriais no Comércio Externo Brasileiro – 1980-1996 – Renato Baumann Receber por e-mail

Ano II - nº 11 - Fevereiro de 1999

Fluxos Acumulados 1992 - 1997 de Investimentos diretos estrangeiros absorvidos e realizados no mundo. Os investimentos diretos estrangeiros no Brasil e na América Latina. A Liderança da Espanha na Europa nos fluxos de investimentos diretos para o Brasil. Especial 11 - Inovação e capacitação tecnológica das empresas Transnacionais em operação no Brasil – Virene Roxo Matesco Receber por e-mail

Ano II - nº 10 - Janeiro de 1999

Alcances e Limites da Internacionalização da Economia Brasileira Especial 10 - Os fluxos recentes de IDE no Brasil e a competição para atrair investimentos – Pedro da Motta Veiga Receber por e-mail

Ano II - nº 09 - Outubro de 1998

Impacto da Crise Russa nos Investimentos de Portfólio no Brasil As Repercussões da Crise Internacional no Desempenho das Bolsas no Mundo e os Reflexos sobre a Composição das Carteiras dos Fundos Dedicados para Mercados Emergentes Tendências do Mercado Internacional de Crédito e a Participação dos Países em Desenvolvimento nos Fluxos Globais de Crédito Custo e Indicadores do Passivo Externo Brasileiro. Indicadores do Endividamento Externo Brasileiro. Especial 09 - Investimento Direto Estrangeiro na Argentina 1992-1997 – Divisão de Contas Internacionais da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia e Obras e Serviços Públicos da Argentina Abertura Comercial e Competitividade – Antônio Corrêa de Lacerda Receber por e-mail

Ano II - nº 08 - Maio/Junho de 1998

Investimento Direto e os Principais Resultados do Primeiro Censo de Capitais Estrangeiros no Brasil. Especial 08 - Câmbio e seu Efeito sobre as Exportações Brasileiras – Carlos Kawall / Felipe de Holanda / Adriana Dupita / Jankiel Santos Receber por e-mail

Ano II - nº 07 - Março/Abril de 1998

Recursos Externos absorvidos de janeiro 1994 a março 1998. Uma revisão da relação déficit em conta corrente e dívida externa. Investimentos de portafólio: diferença entre volatilidade e liquidez. Participação do Brasil nos fluxos mundiais de investimentos de portafólio de renda variável. Dinamismo dos investidores institucionais nos países desenvolvidos. Quem são os tomadores de recursos no Brasil através de organismos multilaterais e agências bilaterais? Perfil dos tomadores de recursos no Brasil a partir da emissão de títulos e bônus. Especial 07 - O acordo multilateral sobre investimentos da OCDE e suas implicações para o Brasil – Paulo Roberto de Almeida Acordo multilateral sobre investimentos (MAI/OCDE) – Ricardo Guerra de Araújo Receber por e-mail

Ano II - nº 06 - Janeiro/Fevereiro de 1998

Quanto do déficit em conta corrente virou dívida externa? Perfil da dívida externa através de bônus e títulos. Financiamento externo em 1997 e o papel da conta de não-residentes (CC5) Um esforço inédito para se detalhar a dívida externa brasileria do ponto de vista dos devedores. Análise do custo da dívida externa. Comparação Internacional do tamanho das empresas brasileiras. Especial 06 - Macro e Microeconomia da Turbulência – Armando Barros de Castro Investimento Direto Estrangeiro da Coréia do Sul e Taiwan no Brasil – Silvio Miyazaki Receber por e-mail

Ano I - nº 05 - Novembro/Dezembro de 1997

Investimentos diretos dos Estados Unidos no Brasil. A importação da economia brasileira nos investimentos diretor dos Estados Unidos no exterior por setores de atividade. que há com a remessa de lucros e dividendos no Brasil? Custo e indicadores da dívida externa. Redirecionamento da liquidez internacional. Investimento Direto no mundo: Onde está o "Green Field"? Especial 05 - O mercado de bônus após a crise asiática – Antonio Parkinson de Castro O setor externo da economia mexicana – Arno Meyer Receber por e-mail

Ano I - nº 04 - Setembro/Outubro de 1997

Participação do Brasil nos investimentos diretos mundiais. Importância e peso dos países em desenvolvimento na economia mundial e nos fluxos internacionais de recursos. Implicações da crise da crise nos fluxos de crédito e de investimento de curto prazo nos mercados emergentes. Características gerais do investimento direto no Brasil no período recente: o peso da Privatização. Especial 04 - Globalização econômica fiscal: em defesa da harmonização tributária – Lytha Spíndola Reflexões sobre o setor externo brasileiro – Maria Helena Zockun WIR 1997: Globalização dos negócios prossegue expansão Receber por e-mail

Ano I - nº 03 - Julho de 1997

Aumenta a participação das empresas transnacionais entre as maiores empresas no Brasil. Exportações de multinacionais industriais reduziram-se em 1996 e representam 48,34% das exportações brasileiras de produtos industrializados. Diferenças importantes no comportamento setorial das exportações de produtos industrializados realizadas por empresas estrangeiras no Brasil. Privatização e investimento direto no período recente Fluxos comparados de investimento direto no Brasil e no México. Capitais de curto prazo: perfil das carteiras dos fundos de mercados emergentes de renda variável e de renda fixa. Especial 03 - As tarifas de importação no Plano Real – Renato Baumann Ética da globalização – Luis Nassif Globalização e emprego – Antonio Prado Receber por e-mail

Ano I – nº 02 – Maio de 1997

Forte crescimento das remessas de lucros e dividendos. Avaliação da participação relativa do Brasil na economia mundial por diferentes indicadores. Recorde de pagamento ao exterior a título de "tecnologia". Exportações de industrializados no Brasil: participação das multinacionais e dinâmica de crescimento – 1975-1995. Participação do Brasil no comércio mundial: uma leitura possível. monitoramento dos fluxos de capitais de curto prazo. Lentas modificações no risco-país. Especial 02 - Abertura Comercial e Indústria: atualizando os resultados – Maurício Mesquita Moreira O investimento na agenda econômica internacional: os debates nos diferentes fóruns – Paulo Roberto de Almeida. Receber por e-mail

Ano I – nº 01 – Março de 1997

Detalhamento setorial do investimento direto no Brasil em 1996. Como se afere adequadamente o investimento direto? Participação do Brasil na carteira dos fundos de mercados emergentes. Indicadores do endividamento externo brasileiro recente. A captação de recursos através de organismos internacionais e agências governamentais. Tendências do mercado internacional de bônus. Especial 01 - Reflexões sobre o balanço de pagamentos no Brasil – Gustavo Franco A internacionalização do sistema financeiro brasileiro – Alkimar Moura Receber por e-mail